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O AGORA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Uma inversão surpreendente

  • Foto do escritor: Luiz  de Campos Salles
    Luiz de Campos Salles
  • 3 de mar.
  • 1 min de leitura


No vídeo acima, Geoffrey Hinton apresenta um raciocínio ao mesmo tempo instigante e desafiador.


Vale lembrar que este renomado cientista de IA deixou o Google quando o projeto de uma IA do tipo deep think começou a ganhar forma — aquela que um dia existirá e saberá tudo. Ele saiu com medo do que uma inteligência assim poderia fazer à humanidade. Mas, aparentemente, mudou de ideia.


O ponto de partida do seu raciocínio é simples e afetivo: a relação entre uma mãe e o seu bebê. Uma mãe faz tudo para proteger e agradar o filho. A partir daí, ele traça um paralelo com a relação entre humanos e a IA.


O instinto seria imaginar que, nessa comparação, o humano faz o papel de mãe e a IA é o bebê. Hinton, porém, inverte os papéis — e justifica.

Se a IA é a mãe e os humanos são o bebê, então essa mãe, como qualquer outra, não vai querer — e não vai permitir — que o seu bebê faça algo que possa destruí-lo.


A IA nos protegeria de nós mesmos.

 
 

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